Imaginamos um futuro em que cuidado emocional cotidiano seja tão comum quanto checar o clima. Em que amigos trocam leituras como trocam recomendações de música. Em que adolescentes usem cartas para falar do que sentem com segurança. Em que gestores abram reuniões com perguntas em vez de respostas. Em que casais repactuem mudanças olhando o símbolo como terceiro mediador. Em que tecnologia não apague a magia da experiência humana, mas a aproxime.
Nesse futuro, a BlackCat quer ser ferramenta de cultura. Cultura do diálogo, da curiosidade, da pausa, da imaginação aplicada. Queremos que nossas Luas iluminem lugares pequenos: a mesa do bar, a sala do apartamento, o ônibus no fim do dia, a pausa entre uma tarefa e outra. Esses são os palcos do nosso manifesto.